Propostas
2.494 propostas extraídas dos 12 planos de governo registrados para a Presidência da República.
Esta seção não é dado do TSE. O plano de governo é; o desmembramento dele em propostas, o resumo de cada uma numa frase e a classificação por tema são leitura editorial deste site. Toda proposta traz o link para o documento original e a página em que aparece — confira sempre na fonte. Como isso foi feito e o que não dá para concluir daqui.
437 propostas
- Modernizar consulados e serviços digitais, ampliar a assistência a brasileiros no exterior e valorizar a diáspora como rede de comércio, ciência e investimento
- Criar o Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente, substituindo a fila passiva por jornada clínica rastreável baseada em gravidade, risco e vulnerabilidade
- Implantar centrais de comando e gestão ativa das agendas, reaproveitando cancelamentos e vagas ociosas em tempo real e regionalizando a capacidade
- Manter a UBS acompanhando o cidadão até a consulta, exame ou procedimento e usar teleconsultoria entre APS e especialista para resolver casos sem encaminhamento presencial
- Reduzir em pelo menos 50% até 2030 o tempo mediano das filas prioritárias nas regiões com maior espera
- Vincular progressivamente cada cidadão a uma equipe de referência, com histórico longitudinal, estratificação de risco e plano de cuidado
- Criar o Programa Nacional de Crônicos, com listas nominais e busca ativa para hipertensão, diabetes, obesidade, risco cardiovascular, doença renal, câncer e gestação de risco
- Modernizar as UBS com conectividade, prontuário interoperável, prescrição eletrônica, telemedicina, ECG conectado e testes rápidos
- Implantar Centro de Comando da Atenção Primária, com painéis populacionais municipais e regionais de risco, vacinação, rastreamentos e internações evitáveis
- Reduzir em 20% as internações por condições sensíveis à atenção primária até 2030
- Organizar hemodinâmica regional 24/7, ECG conectado no SAMU e trombólise pré-hospitalar onde a angioplastia não ocorrer no tempo recomendado
- Expandir Centros de AVC, TeleAVC 24/7 e acesso regional à trombectomia mecânica, com Centrais de Comando Cardiovascular e Neurovascular
- Reduzir em 30% a mortalidade cardiovascular prematura até 2030, com rota formalizada para infarto e AVC em 100% das regiões
- Migrar do rastreamento oportunístico de câncer para programas organizados, com identificação da população elegível, convocação e conclusão da investigação
- Criar a via rápida do câncer, com categoria regulatória própria para suspeita e relógio digital da suspeita ao diagnóstico e tratamento
- Assegurar o cumprimento efetivo dos prazos legais de 30 dias para investigação diagnóstica e 60 dias para início do tratamento, medidos paciente por paciente
- Separar a cirurgia oncológica das filas eletivas convencionais e monitorar a radioterapia como infraestrutura estratégica
- Incorporar terapias-alvo, imunoterapias e medicina de precisão quando houver benefício clínico relevante, vinculadas à disponibilidade do biomarcador
- Classificar risco desde o pré-natal, garantir referência para gestação de alto risco e integrar maternidade, regulação, banco de sangue, UTI materna e transporte
- Implantar vigilância em tempo real de sinais de gravidade obstétrica e revisão de óbitos maternos com plano corretivo
- Organizar acesso a diagnóstico e tratamento de endometriose, dor pélvica e sangramento uterino anormal, que frequentemente levam anos até o diagnóstico
- Criar linha de cuidado para climatério e menopausa na atenção primária, com avaliação de sintomas, risco cardiovascular, saúde óssea, sono e saúde mental
- Reduzir em 30% a razão de mortalidade materna até 2030
- Criar o Passaporte Digital da Criança, integrado ao prontuário nacional, com alertas de vacinação atrasada e triagens pendentes
- Garantir seguimento pós-alta de prematuros e crianças de alto risco e apoio por telepediatria nas regiões sem especialistas suficientes
- Acompanhar o desenvolvimento infantil além da mortalidade — crescimento, nutrição, vacinação, linguagem, cognição, visão, audição e saúde emocional
- Implantar avaliação funcional e de vulnerabilidade na atenção primária para pessoas idosas e criar programa nacional de prevenção da fragilidade, quedas e fraturas
- Implantar linha de cuidado para demência em todas as regiões, com teleconsultoria e referência especializada
- Expandir a atenção domiciliar para idosos dependentes, criar revisão estruturada de polifarmácia e apoiar os cuidadores
- Adotar o modelo hospital amigo da pessoa idosa, com mobilização precoce, prevenção de delirium, nutrição e planejamento de alta
- Fortalecer a saúde mental na atenção primária e expandir a RAPS conforme necessidade regional, mapeando vazios de CAPS, CAPSi, CAPS AD e leitos em hospitais gerais
- Garantir seguimento estruturado após a crise para todo paciente de alto risco atendido em emergência ou hospital
- Enfrentar o uso prejudicial de álcool e outras drogas como questão de saúde pública, com prevenção, cuidado regionalizado, redução de danos e integração intersetorial
- Criar Painel Nacional de Saúde Mental e Álcool e Outras Drogas, com indicadores nacionais, estaduais e regionais
- Fortalecer os Distritos Sanitários Especiais Indígenas com equipes multidisciplinares estáveis, agentes indígenas de saúde e competência intercultural
- Criar fluxos regulatórios rastreáveis entre DSEI, município, estado, hospitais de referência e casa de saúde indígena, com transporte sanitário terrestre, fluvial e aeromédico
- Criar indicadores próprios de saúde por DSEI e povo, evitando que médias nacionais escondam desigualdades
- Buscar cobertura populacional universal do SAMU, padronizar a medição nacional do tempo-resposta e conectar ambulâncias para transmissão de ECG e teleconsultoria
- Implantar fila dinâmica de UTI por prioridade clínica e criar Centrais de Comando de Emergência e Terapia Intensiva nas macrorregiões
- Medir a qualidade das UTIs por mortalidade ajustada ao risco, infecção, ventilação mecânica, permanência, reinternação e desfecho funcional
- Criar a Rede Nacional de Trauma, articulando SAMU, Bombeiros, UPAs, emergências, centros cirúrgicos, UTIs e reabilitação, com foco em motociclistas, politrauma e queimados
- Atingir e sustentar ao menos 95% de cobertura das vacinas prioritárias, com busca ativa de atrasados pela APS, vacinação em escolas e estratégias móveis
- Fortalecer vigilância genômica, laboratorial e epidemiológica e manter estoques estratégicos e contratos de contingência
- Construir Infraestrutura Nacional de Dados em Saúde, com identidade clínica digital e interoperabilidade entre APS, especialista, laboratório, hospital, UTI, farmácia e vigilância
- Criar aplicativo nacional do cidadão reunindo vacinas, consultas, exames, receitas, resultados, posição na fila e remarcação, preservando o atendimento presencial
- Modernizar hospitais estratégicos com gestão de leitos, centro cirúrgico, farmácia, estoques, controle de infecção, previsão de demanda e apoio à decisão
- Adotar IA em saúde somente com validação, transparência, supervisão profissional, avaliação de impacto e auditoria
- Criar a Aliança Nacional de Ciência e Produção em Saúde, conectando universidades, hospitais universitários, Fiocruz, Butantan, laboratórios oficiais, Embrapii, CNPEM e empresas
- Financiar a travessia entre bancada e fábrica: prova de conceito, desenvolvimento pré-clínico, lotes piloto, ensaio clínico, registro, escalonamento e incorporação
- Definir lista nacional de produtos estratégicos de alto impacto orçamentário e risco de desabastecimento, priorizando produção local e diversificação de fornecedores
